O Vinil

 Por Mari Nobre

Mas, para aqueles que acham que se livraram de um monte de quinquilharia, eu tenho uma má notícia: o vinil não morreu não! Isso é o que informa a BPI, a Indústria Fonográfica Britânica. O vinil está voltando! As vendas dos singles aumentaram em 87,3% nos últimos três anos.

E isso faz a alegria dos audiófilos de plantão, que alegam que o LP armazena as informações de áudio mais fielmente que o CD. Eu prefiro os bolachões pelo quê nostálgico que carregam e por suas capas, que são uma forma de arte que se perdeu com o tempo...

Para rodar na vitrola             

 

Eles têm lado A e lado B e, por isso, nos obrigam a levantar da cadeira se quisermos ouvi-los por inteiro. Têm um chiado gostoso na hora em que colocamos a agulha cuidadosamente sobre seus sulcos e uma qualidade sonora excelente! Este é o bom e velho vinil, que voltou mais moderno do que nunca!

O disco de vinil, ou LP (Long Play), surgiu no ano de 1948, substituindo os antigos discos de goma-laca, de 78 rotações, e foram comercializados até meados de 2001. Com o surgimento dos compact discs (CDs), que prometiam maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, os LPs foram desaparecendo. E assim muita gente se desfez de coleções de discos enormes, para a alegria dos donos de sebo!